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9 perguntas e respostas sobre o câncer de ovário

9 perguntas e respostas sobre o câncer de ovário

1. Quais os fatores de risco?

História familiar de câncer de ovário ou de mama, não ter tido filhos ou nascimento do primeiro após os 35 anos; obesidade, endometriose, tabagismo, menopausa tardia e terapia de reposição hormonal.

2. Quem tem síndrome do ovário policístico deve se preocupar?

Não há relação entre ovários policísticos e câncer de ovário. A síndrome, de origem hormonal, atinge 15% das mulheres em idade reprodutiva e tem sintomas como irregularidade menstrual, aumento dos pelos, da oleosidade e da concentração de gordura corporal.

3. Como é o diagnóstico?

Durante a consulta, o médico faz perguntas sobre o histórico da mulher e de seus familiares. No exame pélvico, o ginecologista sente se há aumento nos ovários e sinais de líquido no abdome. Se ele desconfiar de algo, pede exames complementares.

4. Que exames podem detectá-lo?

Há o ultrassom pélvico e a medição do marcador tumoral sanguíneo CA 125 (80% das mulheres com câncer de ovário apresentam CA 125 alto).

5. Quais os sintomas mais comuns?

Inchaço, dor pélvica, dificuldade de comer ou sensação de plenitude, necessidade urgente e frequente de fazer xixi podem ser alguns dos sintomas. No entanto, esses sinais também podem estar relacionados a outras doenças, como infecção urinária. A mulher que apresentar esses sintomas quase todos os dias ou por mais de algumas semanas deve procurar o ginecologista.

6. Dá para se proteger?

É importante ter hábitos saudáveis, evitar a obesidade e o tabagismo, além de praticar exercícios. Gravidez, amamentação, laqueadura tubária e retirada de ovários e tubas uterinas também oferecem proteção.

7. Tomar pílula pode prevenir esse tipo de tumor?

Sim. Quando utilizada por cinco anos ou mais, a combinação de estrogênio e progesterona presente em algumas pílulas pode diminuir as chances de câncer ovariano. O efeito continua mesmo depois que se interrompe o uso.

8. A terapia de reposição hormonal agrava os riscos?

A terapia de reposição hormonal (TRH ou TH), feita em mulheres que não têm mais ovulação, pode aumentar de forma discreta o risco de desenvolver o câncer do ovário, mas, como se trata de uma doença rara, é difícil ter a real dimensão de qual seria esse risco.

9. Como é o tratamento da doença?

Cirurgia, radioterapia, quimioterapia e terapia-alvo. Alguns fatores são decisivos na escolha para cada caso, como o estado geral de saúde da paciente e se ela ainda planeja ter filhos.

Fontes: Sérgio Mancini Nicolau, chefe de oncologia ginecológica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Rodolfo Stru-faldi, professor de ginecologia da Faculdade de Medicina do ABC.

Ingredientes

Só em 2014, cerca de 5.600 brasileiras devem receber esse diagnóstico. Saber mais sobre essa doença pouco falada e tão traiçoeira é fundamental.



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