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Afine Sua Cintura em 3 Meses. Perca mais de 4 cm – Técnica Garantida

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Por Valéria Mendes – Saúde Plena

De um lado, símbolo da feminilidade. Do outro, distintivo da opressão social. Estamos falando do corset, peça do vestuário feminino muito usada séculos atrás e que, no início dos anos 2000, retornou às passarelas internacionais da moda para, em meados da década, enfileirar adeptas do ‘tight lacing’ no Brasil. A expressão em inglês que, em tradução livre, significa laço apertado, define a prática do uso da indumentária para redução de cintura.

Apesar de todos os argumentos desfavoráveis de alguns profissionais de saúde, fato é que à medida que a prática se torna mais conhecida, mais mulheres encomendam o seu. A peça é única, feita sob medida e pode custar de R$ 350 a R$ 1500. Kênia Batista é arquiteta e tem 27 anos. “Eu já tinha ouvido falar, mas não entendia para o quê servia. Em uma visita à casa de uma amiga em São Paulo, vi que ela usava. Ela tem uma cintura espetacular que eu achava que era natural”, conta.

A amiga a que Kênia se refere é a estilista Rosane Mascarello, de 25 anos, autora do trabalho “O tigh lacing e a valorização da silhueta feminina”, defendido em 2011 no curso de graduação em moda pela Faculdade de Divinópolis (Faced). “O corset é uma peça artesanal com número de barbatanas superior a 12, fechamento frontal de chapa metálica tipo ‘busk’, mínimo de cinco camadas de tecido engomado e com fechamento traseiro de cadarço acetinado”, explica. É o famoso espartilho que, nos tempos atuais, passou a ser confundido com modelos de lingerie vendidos em sex shops. Por isso, o substantivo no português foi substituído pela palavra francesa para evitar o entendimento errado.

Rosane diz que o corset começou a cair em desuso na década de 40 quando descobriram a lycra. “A peça foi adaptada e os colchetes substituíram a amarração. Como o corset também tinha o objetivo de sustentar o seio, quando o sutiã surgiu, as mulheres pararam de usá-lo”, diz. A estilista é adepta do tight lacing há cinco anos. “No meu caso uso por estética e para manter minha cintura”. Ela diz que tinha 68 cm e chegou a 64. “Quando estou com o corset chego a 55 cm”, diz.

Liberdade de escolha
Depois que conversou com Rosane, em novembro do ano passado, Kênia pediu o seu pela internet. Com a ajuda da mãe que tem experiência em costura, tirou suas medidas e recebeu o espartilho neste ano. “Não imaginava isso na contemporaneidade”, diz. A arquiteta admite que não procurou um médico antes de se decidir, afirma que sua coluna é saudável, que leu muito durante dois meses antes de adotar a prática do tight lacing e que suas expectativas não são muito grandes. “Eu sou magra, minhas medidas são menores e meu resultado vai ser mais a longo prazo”, comenta. A jovem faz aulas de muay thai e começou a fazer abdominais.

A arquiteta diz que não usa o espartilho para sair. “Minha peça é mais simples, é um corset de treino. Estou usando em casa. A primeira vez que coloquei não consegui ficar duas horas com ele”, conta. Atualmente, ela usa entre seis e sete horas por dia, para dormir e diz que ainda não é considerada uma usuária avançada, ou seja, mulheres que usam entre 15 a 20 horas por dia. Kênia explica que o objetivo do tight lacing é fechar o corset totalmente. “O encontro é gradativo. Fechou o corset, atingiu o objetivo. Li depoimentos de meninas que conseguiram alcançar a meta em sete meses. Atingindo essa meta, algumas mulheres passam a usar como manutenção, sem muita assiduidade, e outras seguem em busca de cinturas cada vez mais fina”, detalha. 

Ingredientes

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