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Guia prático para ficar loira

Guia prático para ficar loira

Além dos tons dourados disponíveis, contamos também com os platinados chiquérrimos. Interessada? Leia a seguir tudo o que é preciso saber para virar uma blondie.

Fãs ardorosas (adeptas ou não) do estilo golden girl: preparem-se para novas experimentações! O loiro-saara (quente, dourado e exuberante) divide espaço – segundo a atual moda das passarelas e do showbizz – com o loiro-sibéria (frio, platinado e estiloso). Prova disso é que as empresas cosméticas aumentaram suas cartelas de cores, dando lugar aos tons bem claros. O rol de famosas com a cabeça na nova moda cool já é enorme: desde a exótica top Agyness Deyn, passando pelo furacão pop Madonna, até a top e apresentadora de TV Heidi Klum. Os tons gélidos são naturalmente sofisticados, mas, em tempos de democracia, não há exclusões: todos os estilos caminham juntos e, por isso, a versão mais quente não está completamente out.

“Os dourados vibrantes passam por um período de renovação. O que vemos é a busca por tons mais naturais, delicados (o loiro-camomila), misturados aos intensos (o loiro-mel). O mix de quente e frio é um recurso maravilhoso para valorizar a pele naturalmente mais escura ou bronzeada da brasileira, já que os platinados puros não são para todas”, revela Marco Antônio de Biaggi, do MG Hair, em São Paulo. “É importante lembrar que a cor de olhos e pele desempenha um papel fundamental na hora de escolher a tonalidade”, ensina Yuha Antero, colorista do MG Hair.

Onde colorir os cabelos? No salão, com um colorista especializadíssimo no assunto – leia-se descoloração, colorimetria (estudo das cores e de suas combinações) e tintura. “O processo de clareamento do fio exige cuidados especiais porque, ao remover o pigmento, a fibra capilar fica fragilizada”, explica Yuha. O profissional bem preparado consegue minimizar os efeitos negativos da química: o pó descolorante costuma provocar a perda de queratina, proteína que protege o cabelo das agressões externas. Cabe ao colorista repor a substância após os processos de descoloração.

“Não recomendo o clareamento feito em casa. Embora algumas mulheres usem o descolorante direto nos fios, o resultado costuma ser desastroso. Há sempre o risco de manchar o cabelo, enfraquecer os fios e provocar irritação no couro cabeludo”, complementa o expert.

Como ficar loira – Mudanças radicais devem ser feitas gradualmente, caso contrário você vai prejudicar o cabelo. “Sair do preto e partir para o loiro exige três ou quatro etapas, e de uma semana a dez dias de inter- valo entre elas, e inúmeros tratamentos hidratantes e repositores de queratina”, diz Yuha.

Se o cabelo for virgem, há três opções:
Descoloração simples – O agente descolorante (peróxido de hidrogênio ou água oxigenada) reage com o pigmento existente no fio, removendo-o por meio do processo de oxidação (um tipo de desbotamento).
Tintura – Em fios virgens, há tinturas capazes de clarear até quatro tons.
Descoloração seguida de tintura – Após a descoloração, o cabelo – que ficou bem clarinho – pode ganhar cor mais vibrante ou intensa com a aplicação de uma tintura permanente ou temporária.

Se o cabelo for tingido, o processo passa por duas técnicas, impreterivelmente: a decapagem (descoloração mais potente) e a coloração. “Tintura não clareia tintura, ou seja, se você tingiu o cabelo de castanho, não conseguirá transformá-lo em louro sem a decapagem, um processo químico que remove o pigmento cosmético”, explica Cida Medeiros, colorista do Werner Maison, no Rio de Janeiro.

Quanto custa?
Ser uma falsa loira exige investimento financeiro e tempo. É simples assim: quanto mais claro o tom escolhido, mais rápido a raiz aparece. Visitas (demoradas) ao salão viram um programa obrigatório: o retoque de raiz deve ser feito, no mínimo, uma vez por mês – para mechas, o intervalo é maior, até 45 dias. Além disso, contabilize hidratações frequentes e uso doméstico de produtos específicos.

Para quem não quer arriscar

Quem não arrisca… faz mechas! Segundos os experts, luzes e reflexos funcionam como um tipo de ritual de passagem de um look escuro para o claro. “As mechas têm muitas vantagens: tornam a mudança mais suave, pedem retoques menos frequentes e são muito versáteis porque podem ser refeitas em outra parte do fio ou em outras mechas, mudando o visual”, explica Yuha. “Uma técnica de luzes que voltou à moda graças à personagem Suzana, da Carolina Dieckman, na novela global Três Irmãs, é concentrá-las nas pontas, num look surfista, bem ao gosto da brasileira”, conta o expert.

Ingredientes

Loiríssima com estilo.



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